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A oração diária de Advento que o Papa Francisco propôs neste domingo

Aleteia – Reportagem local – publicado em 30/11/20

Francisco resume, numa prece tão breve quanto profunda, o sentido deste tempo litúrgico de expectativa pela chegada do Salvador

A oração diária de Advento que o Papa Francisco propôs neste domingo é muito simples, mas inexaurivelmente profunda:

“Vem, Senhor Jesus!”

Afinal, ela resume nesta súplica o próprio sentido da palavra “Advento”: chegada. É o tempo litúrgico da expectativa pela chegada do Salvador, pelo nascimento de Jesus, pela vinda do Messias. Um tempo de espera ativa, de preparação e de abertura pessoal à graça: “Vem, Senhor Jesus!”

O Papa sugeriu esta breve e densa oração durante a Santa Missa deste Primeiro Domingo do Advento, 29 de novembro, celebrada na Basílica de São Pedro junto com 11 dos 13 novos cardeais criados no consistório deste sábado.

A oração diária de Advento

Francisco afirmou sobre esta breve oração:

“Podemos dizê-la no início de cada dia e repeti-la com frequência, antes das reuniões, do estudo, do trabalho e das decisões a tomar, nos momentos mais importantes e nos momentos de provação (…) Invocamos assim a sua proximidade, treinaremos a nossa vigilância. Uma oração breve, mas vinda do coração. Repitamo-la neste tempo de Advento: ‘Vem, Senhor Jesus!’”.

Proximidade e vigilância

Além disso, na homilia, o Papa destacou duas palavras-chave da liturgia do dia: proximidade e vigilância.

“Proximidade de Deus e vigilância nossa: enquanto o profeta Isaías diz que Deus está perto de nós, Jesus, no Evangelho, nos exorta a vigiar à espera d’Ele. O Advento é o tempo para nos lembrarmos da proximidade de Deus, que desceu até nós. E a primeira mensagem do Advento e do ano litúrgico é também reconhecer Deus próximo e Lhe dizer: ‘Aproximai-Vos de novo!’. Ele quer vir até nós, mas Se propõe, não Se impõe. Cabe a nós repetir a oração do Advento: ‘Vinde!’. Jesus, como nos lembra o Advento, veio até nós e voltará no fim dos tempos. Mas perguntemo-nos: de que servem essas vindas se Ele não vem hoje à nossa vida? Convidemo-Lo”.

Francisco reforçou, para isto, a necessidade de vigiar:

“É importante permanecermos vigilantes, porque, na vida, é um erro nos perdermos em mil coisas e não nos darmos conta de Deus”.

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